terça-feira, 13 de maio de 2008

Sonhos

Sonhos... os sonhos são muito importantes para todos nós, é algo vital...
É como se fosse água...
Sem água, nós não conseguimos sobreviver!
Pois ela é uma fonte, de alimento para o corpo,
Mas os sonhos...
SÃO ALIMENTO PARA A NOSSA ALMA!!!
O que seríamos de nós, se não tivéssemos sonhos???
O que seríamos de nós, se não acreditássemos em nada???
Por pior que seja a vida,
se nós tivermos sonhos, e acreditarmos neles...
Somente o fato de nós acreditarmos nos nossos sonhos, somente isso,
Já é o suficiente pra ganharmos forças, pra seguir em frente!
Porque nesse mundo tão violento...
Cheio de miséria, e fome...
Fica difícil de acreditar que as coisas irão melhorar!
O desânimo toma conta da nossa vida,
Com tantos sofrimentos e desgraças acontecendo lá fora...
Mas não podemos nos deixar vencer com tudo isso...
Não podemos deixar morrer nossos sonhos...
mas, como fazer isso????
Eu digo...
Nós precisamos ter fé....
Acreditar, incondicionalmente,que tudo aquilo que sonhamos,
Nossos planos, objetivos, vão ser alcançados!
Mas, como ter fé???
Eu também digo...
Essa fé....nós só conseguimos em Deus!!!!
Somente Ele, pode restaurar os nossos sonhos,
nos dar forças, e nos fazer acreditar que tudo vai acontecer...
Todos os nossos projetos, ás vezes, até as coisas que são impossíveis aos olhos humanos...
Somente Deus,
Para nos manter de pé...
E renovar as nossas forças,
Ressuscitar nossos sonhos,
As nossas esperanças para cada dia que temos que enfrentar...
Pois Deus...
É O DEUS DO IMPOSSÍVEL!

Eu sou estranha

Carol passou a aula inteira pensativa...

- Ixi... Quando você fica pensando _ que é um milagre!_ está tramando algo. O que é dessa vez, Carol?
- Mari, definitivamente. Eu sou estranha!!
- Que? Por que tá falando isso?
- Todos vivem em chamando de estranha, coisa e tal. Cansei! Eu vou assumir minha estranhice!
- Pérai! Como assim "assumir"?
- Vou mostrar pra todo mundo que sou estranha...

E No dia seguinte...
- Carol! Que roupa é essa? Se é que isso pode ser chamado de roupa né! - disse Miguel, a paixão platônica de Carol.
- Miguel! Isso daqui é uma mistura de retalhos! Viu me allstar?
E Miguel foi olhar, o allstar dela estava realmente meeeega estranho! Era um tipo de crochê!
- Você bebeu algo, Carol?
- Não né, Migui. Só estou assumindo minha estranhice. Gostou do meu "style"?
- Não mesmo! - isso fez Carol ficar perpléxa! Miguel, seu grande amor renegando-a tanto!

Carol nem aguentou e foi pra casa, nem passou na casa do açaí, como era de costume.
- Manhêêê... - carol já estava berrando a mãe, assim que chegou em casa.
- Que foi, meu anjo?
- Olha só... ninguém mem ama, todo mundo me acha estranha...
- Filha, estranha é só modo de dizer. Seus amiguinhos disseram isso como um modo de dizer que você é diferente, não estranha. Mas um diferente legal, que todos gostam! Não um diferente estranho.
- Então quer dizer que todos gostam de mim? Mesmo eu sendo "estranha"?
- Isso mesmo, filha!

No dia seguinte...
- Voltou ao normal, Carol?
- Isso mesmo, Mari! Eu estava fazendo papel de ridícula!
- Oi Carol, que bom que você tenha voltado ao normal! - Miguel, fazendo um elogio pra Carol? Um ponto pra ela!
- É... Eu não sei onde estava com a cabeça!
- Seria... Acima do pescoço?

Os dois riram e foram caminhando para a sala de aula.

Então, as pessoas tem de se aceitar do jeito que são! Não mudar porque alguém não gosta! Você é quem tem que gostar de si mesmo. Não há nada melhor na vida do que ser uma pessoa autêntica!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A Fábula da Águia e da Galinha

Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.
"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.
Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.
Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.
- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.
O camponês sorriu e voltou a carga:
- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!
- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.
Foi quando ela abriu suas potentes asas.
Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.
Voou. E nunca mais retornou."